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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Quem cuida de um idoso com demência tem mais chance de usar psicotrópicos
Pesquisa publicada na última edição do periódico da Academia Brasileira de Neurologia aponta que os cuidadores de pacientes idosos com demência fazem mais uso de medicações psicotrópicas do que aqueles que cuidam de idosos com outros problemas.
O estudo foi conduzido no Distrito Federal, sob a liderança do geriatra Einstein Camargos da Universidade de Brasília, e avaliou por dois meses cuidadores de idosos que eram acompanhados em quatro diferentes unidades de atendimento geriátrico de Brasília: Hospital Universitário de Brasília, Hospital Regional da Asa Norte, Hospital Regional do Guará e Hospital Regional de Taguatinga.
Questionários estruturados foram aplicados a 331 cuidadores de idosos, sendo que 63% destes eram cuidadores de pacientes com demência e os outros 37% formados por cuidadores de pacientes sem demência. O uso de psicotrópicos, incluindo benzodiazepínicos e antidepressivos, foi mais comum entre os que cuidavam de pacientes com demência quando comparado ao outro grupo (18.4% X 7%). Medicações para induzir o sono passaram a ser usadas após o início da função de cuidador mais frequentemente entre aqueles que cuidavam de pacientes com demência do que no outro grupo (11.4% X 4.3%). A maioria dos cuidadores era formada por filhos dos pacientes sem ocupação profissional, mulheres em 80% dos casos.
Pacientes com demência apresentam agitação durante a noite e habitualmente influenciam o sono da casa como um todo. A carga emocional de cuidar de um ente querido e até mesmo a restrição das atividades sociais também contribuem para esse maior uso de psicotrópicos. Estudos demonstram que os cuidadores de pacientes com demência têm hormônios do estresse mais elevados, respostas imunológicas a infecções menos eficientes, apresentam uma maior freqüência de transtornos psiquiátricos como a depressão e piores qualidade de vida e estado de saúde geral.
A atual pesquisa provoca uma reflexão para que os médicos que assistem a pacientes com demência dêem atenção aos cuidadores e os orientem a ter apoio psicoterápico quando indicado.
Fonte: Consciência no dia-a-dia. Dr. Ricardo Teixeira
Gonzaga Patriota comenta sobre a situação do idoso no Brasil
No dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que expectativa de vida do brasileiro subiu para 74,9 anos, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) usou a tribuna para analisar a situação do idoso no Brasil.
Patriota informou que o País está com novo perfil demográfico e que é preciso investir em políticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida da pessoa idosa. O deputado disse ainda que o distanciamento entre legislação e a realidade dos idosos no Brasil ainda é enorme. “Para que essa situação se modifique, é preciso fomentar o debate e estimular a mobilização permanente da sociedade.”
O deputado também comentou sobre as repercussões da aposentaria na qualidade de vida do idoso. “Na vida do homem, a aposentadoria muitas vezes acontece como uma descontinuidade. O homem deve ajustar-se a uma nova condição que lhe traz certas vantagens, como o descanso, lazer, mas também graves desvantagens como desvalorização e desqualificação”, avaliou.
De acordo com o socialista, o trabalho e seu significado na formação do indivíduo é uma questão importante a ser levantada quando se discute a aposentadoria. “É na atividade profissional que depositamos nossas aspirações pessoais e perspectivas de vida”, disse.
Para o parlamentar, o Estatuto do Idoso é a concretização de um sonho para milhões de idosos que vivem na miséria e no abandono sem ter acesso sequer aos direitos fundamentais presentes na nossa Constituição. “O Estatuto pretende humanizar e aproximar cada vez mais o idoso da sua família e da sociedade. Todos têm um papel fundamental para a garantia dos direitos presentes neste Estatuto, a família, a comunidade, o Poder público”, contou.
Outra questão abordada por Patriota foi a aposentadoria compulsória. O sistema de aposentadoria do servidor público sofreu varias Emendas desde a promulgação da Constituição de 1988. Segundo o deputado, nenhuma delas criou regras de transição para a aposentadoria compulsória, no sentido de preservar direito preexistente dos servidores no exercício do cargo. Essas alterações constitucionais mostram a instabilidade do governo no tratamento dessa matéria de tamanha importância para os servidores públicos.
“Enfim, a aposentadoria compulsória deve ser respeitada, enquanto não modificado o texto constitucional, mas não deixa de ser medida cheia de preceito discriminatório e preconceituoso; afinal, a aposentadoria é um prêmio pela dedicação do profissional ao trabalho e não punição por ter chegado aos 70 anos”, finalizou.
Fonte: Assessoria de imprensa do dep. Gonzaga Patriota
Terceira idade também gosta de diversão
Foi-se o tempo em que diversão para os idosos significava passear na praça, jogar dominó com os amigos, fazer tricô ou crochê com as amigas. Os tempos são outros, pois as pessoas têm chegado à terceira idade cada vez mais fortes e saudáveis. Assim com
o qualquer outro grupo de pessoas, os da terceira idade querem atividades que não só preencham o tempo livre que têm como também sejam prazerosas e divertidas.
Por isso, tornaram-se uma promissora fatia de mercado para empresas que, visando atrair este público para seus produtos, planejam atividades de lazer e diversão que vão desde cruzeiros marítimos e ecoturismo, até festas temáticas com direito a dança, música, bingo e jogos recreativos.
Se este lazer e diversão for pensado e planejado levando-se em consideração atividades adequadas aos limites dos participantes mas ao mesmo tempo promovendo a socialização e a interação entre os participantes, as chances de sucesso serão garantidas.
A seguir algumas sugestões de atividades para reuniões de pessoas da terceira idade. Elas podem acontecer em ambientes internos (casa de um dos participantes, salão comunitário ou de clubes, casas de chá, etc) ou externos (cinema, teatros, barzinhos, restaurantes, hotéis, fazendas, etc).
– Bingo
Tão popular quanto as antigas quermesses , o bingo com certeza é o jogo mais conhecido entre os idosos. É fácil de organizar e todos gostam de participar. É só comprar o jogo de bingo em qualquer loja de brinquedos, as cartelas prontas em papelarias, arrecadar ou comprar brindes (em lojas de 1,99) para serem ofertados (os mais populares são artigos de cozinha, banheiro, utilidades domésticas e decoração do lar, ou produtos de higiene pessoal ) e chamar o pessoal para a diversão. É o tipo de entretenimento que pode ser feito em qualquer espaço, até mesmo durante o percurso de uma viagem.
Uma variação ao bingo popularmente conhecido é fazer o bingo cantado, sendo que a única diferença está nos cartões que, em vez de letras e números, têm o título de uma música ( de preferência as mais antigas pois são mais conhecidas) em cada quadrado. Quem estiver animando o bingo canta a música e os participantes têm que descobrir e marcar no quadrado correspondente. Os prêmios seguem a mesma linha do bingo normal mas a diversão será maior porque com certeza os idosos formarão um coro relembrando as velhas melodias.
- Saraus musicais
Este tipo de atividade proporciona momentos de lazer e descontração para o participante, seja ouvindo boa música ou tocando algum instrumento musical dos mais simples aos mais difíceis. Ouvir suas canções preferidas ou tocá-las num instrumento faz aumentar a sensibilidade e a coordenação motora, torna os ouvidos mais apurados e é um bom pretexto para reunir os amigos em torno de boa música.
- Roda de leitura ou poesia
Com certeza uma ótima opção para os amantes de livros e poesias, uma roda de leitura proporciona um ambiente aconchegante e faz os participantes se transportarem para um outro universo, conhecendo outras culturas, abrindo novos horizontes e espaço para novos aprendizados. Além de ser um excelente exercício para a memória, o participante fica atualizado e participa de momentos únicos de alegria e entretenimento junto com outros aficionados por este tipo de lazer.
- Jogos recreativos
Tipo jogo de perguntas referentes à época em que viveram (como eram as roupas, as comidas, a vida familiar, o trabalho) . Estas perguntas com certeza desencadearão histórias interessantes sobre a vida de cada um deles e proporcionará estímulo à conversa e compartilhamento de fatos e memórias sobre os velhos tempos. Podem-se variar as opções, colocando um deles a cada vez fazendo as perguntas e tentando identificar as respostas corretas.
Outra opção é o jogo similar ao qual é a música. Baseado em músicas que eram populares na época deles, com alguém ao violão ou ao piano tocando apenas 3 notas a cada vez e vendo quem consegue identificar a canção a partir das notas. Se identificadas, as músicas poderão ser cantadas em coro por todos. É diversão na certa!
Jogos de baralho em grupos (tipo pôquer, buraco, vinte e um, tranca) em equipes, cujos vencedores disputarão um prêmio a ser descoberto apenas na hora da entrega.
Jogos de adivinhação utilizando fotos antigas dos participantes (quando bebês ou crianças) ou objetos que façam parte da memória daquela pessoa ou de sua família. Quem acertar ganha um brinde.
- Oficinas de arte ou artesanato
Existe uma variedade infinita de opções de utensílios ou artigos de decoração que podem ser feitos utilizando-se material reciclado como garrafas pet, sacolas de supermercado, caixas de leite ou de suco, tampinhas de garrafa, etc. ou através de técnicas de pintura ou desenho. É uma opção bastante interessante para estimular a criatividade e a capacidade de inovar dos participantes.
- Dança
Uma das atividades mais procuradas pelos idosos são as aulas de dança de salão ou os chamados bailes e matinês da terceira idade. Os participantes se divertem dançando ritmos variados, dos mais agitados aos mais compassados, sem a obrigatoriedade de um par, apenas pela alegria e pelo prazer. Ao dançar, o idoso estimula sua criatividade, fortalece sua autoconfiança e se exercita fisicamente. – Filmes e peças de teatro
Existem muitas opções de filmes e peças de teatro ao alcance de todos, inclusive em horários e condições especiais, com o pagamento de meia entrada. Ir ao cinema ou ao teatro proporciona ao espectador se emocionar, sonhar, imaginar um mundo totalmente diferente do seu. É uma ótima opção para compartilhar com amigos.
- Festas Temáticas
Uma boa festa para relembrar a época da juventude também é muito bem vinda, seja ela temática ou à fantasia o que vale é dançar e se divertir.
Fonte: Animafest
o qualquer outro grupo de pessoas, os da terceira idade querem atividades que não só preencham o tempo livre que têm como também sejam prazerosas e divertidas.
Por isso, tornaram-se uma promissora fatia de mercado para empresas que, visando atrair este público para seus produtos, planejam atividades de lazer e diversão que vão desde cruzeiros marítimos e ecoturismo, até festas temáticas com direito a dança, música, bingo e jogos recreativos.
Se este lazer e diversão for pensado e planejado levando-se em consideração atividades adequadas aos limites dos participantes mas ao mesmo tempo promovendo a socialização e a interação entre os participantes, as chances de sucesso serão garantidas.
A seguir algumas sugestões de atividades para reuniões de pessoas da terceira idade. Elas podem acontecer em ambientes internos (casa de um dos participantes, salão comunitário ou de clubes, casas de chá, etc) ou externos (cinema, teatros, barzinhos, restaurantes, hotéis, fazendas, etc).
– Bingo
Tão popular quanto as antigas quermesses , o bingo com certeza é o jogo mais conhecido entre os idosos. É fácil de organizar e todos gostam de participar. É só comprar o jogo de bingo em qualquer loja de brinquedos, as cartelas prontas em papelarias, arrecadar ou comprar brindes (em lojas de 1,99) para serem ofertados (os mais populares são artigos de cozinha, banheiro, utilidades domésticas e decoração do lar, ou produtos de higiene pessoal ) e chamar o pessoal para a diversão. É o tipo de entretenimento que pode ser feito em qualquer espaço, até mesmo durante o percurso de uma viagem.
Uma variação ao bingo popularmente conhecido é fazer o bingo cantado, sendo que a única diferença está nos cartões que, em vez de letras e números, têm o título de uma música ( de preferência as mais antigas pois são mais conhecidas) em cada quadrado. Quem estiver animando o bingo canta a música e os participantes têm que descobrir e marcar no quadrado correspondente. Os prêmios seguem a mesma linha do bingo normal mas a diversão será maior porque com certeza os idosos formarão um coro relembrando as velhas melodias.
- Saraus musicais
Este tipo de atividade proporciona momentos de lazer e descontração para o participante, seja ouvindo boa música ou tocando algum instrumento musical dos mais simples aos mais difíceis. Ouvir suas canções preferidas ou tocá-las num instrumento faz aumentar a sensibilidade e a coordenação motora, torna os ouvidos mais apurados e é um bom pretexto para reunir os amigos em torno de boa música.
- Roda de leitura ou poesia
Com certeza uma ótima opção para os amantes de livros e poesias, uma roda de leitura proporciona um ambiente aconchegante e faz os participantes se transportarem para um outro universo, conhecendo outras culturas, abrindo novos horizontes e espaço para novos aprendizados. Além de ser um excelente exercício para a memória, o participante fica atualizado e participa de momentos únicos de alegria e entretenimento junto com outros aficionados por este tipo de lazer.
- Jogos recreativos
Tipo jogo de perguntas referentes à época em que viveram (como eram as roupas, as comidas, a vida familiar, o trabalho) . Estas perguntas com certeza desencadearão histórias interessantes sobre a vida de cada um deles e proporcionará estímulo à conversa e compartilhamento de fatos e memórias sobre os velhos tempos. Podem-se variar as opções, colocando um deles a cada vez fazendo as perguntas e tentando identificar as respostas corretas.
Outra opção é o jogo similar ao qual é a música. Baseado em músicas que eram populares na época deles, com alguém ao violão ou ao piano tocando apenas 3 notas a cada vez e vendo quem consegue identificar a canção a partir das notas. Se identificadas, as músicas poderão ser cantadas em coro por todos. É diversão na certa!
Jogos de baralho em grupos (tipo pôquer, buraco, vinte e um, tranca) em equipes, cujos vencedores disputarão um prêmio a ser descoberto apenas na hora da entrega.
Jogos de adivinhação utilizando fotos antigas dos participantes (quando bebês ou crianças) ou objetos que façam parte da memória daquela pessoa ou de sua família. Quem acertar ganha um brinde.
- Oficinas de arte ou artesanato
Existe uma variedade infinita de opções de utensílios ou artigos de decoração que podem ser feitos utilizando-se material reciclado como garrafas pet, sacolas de supermercado, caixas de leite ou de suco, tampinhas de garrafa, etc. ou através de técnicas de pintura ou desenho. É uma opção bastante interessante para estimular a criatividade e a capacidade de inovar dos participantes.
- Dança
Uma das atividades mais procuradas pelos idosos são as aulas de dança de salão ou os chamados bailes e matinês da terceira idade. Os participantes se divertem dançando ritmos variados, dos mais agitados aos mais compassados, sem a obrigatoriedade de um par, apenas pela alegria e pelo prazer. Ao dançar, o idoso estimula sua criatividade, fortalece sua autoconfiança e se exercita fisicamente. – Filmes e peças de teatro
Existem muitas opções de filmes e peças de teatro ao alcance de todos, inclusive em horários e condições especiais, com o pagamento de meia entrada. Ir ao cinema ou ao teatro proporciona ao espectador se emocionar, sonhar, imaginar um mundo totalmente diferente do seu. É uma ótima opção para compartilhar com amigos.
- Festas Temáticas
Uma boa festa para relembrar a época da juventude também é muito bem vinda, seja ela temática ou à fantasia o que vale é dançar e se divertir.
Fonte: Animafest
Estudo inédito da Serasa revela onde estão os idosos inadimplentes no Brasil
A velocidade com que a população brasileira está alcançando a longevidade é tanta que a população brasileira de idosos mais que dobrou nos últimos anos. Atualmente, existem cerca de 28,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos no país. E diante dessa realidade, um estudo inédito do Serasa Consumidor, braço da Serasa voltado para o consumidor, apontou onde se concentram os idosos inadimplentes no país. Segundo o levantamento, a taxa de inadimplência das pessoas acima de 60 anos no Brasil é de 12,7%.
A região Norte é a que possui maior percentual de inadimplência, de 19,1%. Em seguida, o Centro-Oeste e o Nordeste, com 13,3%. O Sudeste possui 12,3% e a região Sul é a que apresenta a menor taxa, de 11,0%.

No caso dos Estados brasileiros, o Amazonas apresenta a maior taxa de idosos inadimplentes: 24,1%, seguido por Amapá, com 21,2%. Em terceiro, está Roraima, com 19,3%, em quarto, o Pará, com 19,1% e, em quinto, o Maranhão, com 16,5%. Em último está Minas Gerais, com 10,3%.

Em relação às cidades brasileiras, Manaus (AM) apresenta a maior taxa de idosos inadimplentes: 28,9%, seguida por São Luís (MA), com 25,0%. Em terceiro, está Porto Velho (RO), com 24,4%, em quarto, Maceió (AL), com 22,3%. Em último está a cidade de São Paulo, com 11,3%.

O estudo da Inadimplência dos idosos no Brasil foi realizado levando em consideração as informações disponibilizadas pelas empresas concedentes de crédito à Serasa Experian, com base nos municípios com população superior a 1.000 (mil) habitantes. Para a consideração de inadimplência, foram consideradas pessoas acima de 60 anos, com dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00.
Fonte: Jornal Dia-a-Dia
O número de idosos deverá aumentar no Brasil
A estrutura da população brasileira já passou por diversas mudanças. Houve momentos da história em que tivemos crescimento natural acelerado, com número de jovens maior do que de idosos. Em outros momentos, tivemos queda no crescimento natural, e daí por diante a população oscilou muito quanto à estrutura etária.
A partir de 1970, as taxas de natalidade diminuíram gradativamente, em decorrência do ingresso das mulheres no mundo profissional, que passaram a não ter mais tempo para cuidar de filhos e a considerar os altos custos gerados para a educação de crianças.
Com a diminuição das taxas de natalidade, a população vai envelhecendo aos poucos. De acordo com estimativas elaboradas e divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de idosos deverá aumentar. Por volta do ano de 2050, haverá, no Brasil, 73 idosos para cada 100 crianças. O estudo divulgou ainda que no ano de 2050 a população brasileira será de aproximadamente 215 milhões de habitantes.
Uma tendência mundial, que também serve para o Brasil, é o chamado “crescimento zero”. Segundo estimativas, em torno do ano de 2039, a população brasileira deverá estabilizar o seu crescimento. Isso significa que a população do país irá parar de crescer, ocasionando uma queda na população absoluta.
Outro fator que permite o envelhecimento da população é o aumento na expectativa de vida dos brasileiros, hoje de 72,78 anos. Essa média não se irá estabilizar, pois no ano de 2050 a expectativa de vida subirá para 81,29 anos, igualando a de países de elevado IDH, como Islândia (81,80 anos) e Japão (82,60).
Fonte:Brasil Escola - Por Eduardo de Freitas
A partir de 1970, as taxas de natalidade diminuíram gradativamente, em decorrência do ingresso das mulheres no mundo profissional, que passaram a não ter mais tempo para cuidar de filhos e a considerar os altos custos gerados para a educação de crianças.
Com a diminuição das taxas de natalidade, a população vai envelhecendo aos poucos. De acordo com estimativas elaboradas e divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de idosos deverá aumentar. Por volta do ano de 2050, haverá, no Brasil, 73 idosos para cada 100 crianças. O estudo divulgou ainda que no ano de 2050 a população brasileira será de aproximadamente 215 milhões de habitantes.
Uma tendência mundial, que também serve para o Brasil, é o chamado “crescimento zero”. Segundo estimativas, em torno do ano de 2039, a população brasileira deverá estabilizar o seu crescimento. Isso significa que a população do país irá parar de crescer, ocasionando uma queda na população absoluta.
Outro fator que permite o envelhecimento da população é o aumento na expectativa de vida dos brasileiros, hoje de 72,78 anos. Essa média não se irá estabilizar, pois no ano de 2050 a expectativa de vida subirá para 81,29 anos, igualando a de países de elevado IDH, como Islândia (81,80 anos) e Japão (82,60).
Fonte:Brasil Escola - Por Eduardo de Freitas
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Idosos podem apresentar mais confusão mental após hospitalização, relatam pesquisas
Muitos idosos temem que uma internação hospitalar prolongada possa deixá-los ainda mais confusos mentalmente do que antes. Infelizmente esse medo é justificável. De acordo com um estudo publicado na revista Neurology, os pacientes idosos que estão hospitalizados realmente apresentam um risco muito maior de apresentar problemas cognitivos subsequentes, após a internação.
A causa desse efeito, no entanto, ainda é desconhecida: tanto a doença que levou o paciente ao hospital, quanto os tratamentos recebidos durante a internação podem contribuir para o aparecimento de problemas cognitivos. Segundo Robert Wilson, autor da pesquisa e professor de Ciências Neurológicas e Comportamentais da Rush University Medical Center, em Chicago, o risco permanece presente por muitos anos, após a internação do idoso.
Para chegar a tais conclusões, os pesquisadores examinaram dados de 1.335 pessoas com 65 anos ou mais, integrantes do Chicago Health and Aging Project, um estudo de longo prazo de doenças crônicas em três bairros racialmente mistos de Chicago. Todos os pacientes foram internados em algum momento do estudo, entre janeiro de 1993 e dezembro de 2007. Todos foram entrevistados a cada três anos, visando a aferição de seu estado mental. Pelo menos uma entrevista ocorreu antes da internação e duas entrevistas depois, permitindo que as alterações no estado mental do idoso pudessem ser monitoradas ao longo do tempo da pesquisa.
Segundo as análises dos pesquisadores, a taxa de declínio cognitivo em pacientes com mais idade duplicou depois de uma internação hospitalar, geralmente afetando o pensamento e a memória do paciente. "Essencialmente, é como se as pessoas se tornassem 10 anos mais velhas, do ponto de vista cognitivo, em relação ao que elas realmente eram antes de uma internação", disse Wilson.
Os pacientes mais vulneráveis a apresentar este declínio cognitivo significativo foram os que tinham doenças mais graves e que ficaram no hospital por longos períodos de tempo, bem como os que começaram a ter falhas de memória e confusão mental, antes de serem internados.
Segundo os pesquisadores, a internação hospitalar pode ajudar a desmascarar e/ou a acelerar problemas cognitivos que anteriormente não haviam sido identificados. É muito importante esclarecer que nem todos os pacientes idosos que vão parar no hospital irão experimentar estes problemas. O regresso para casa, depois de uma estadia muito longa e repleta de cuidados, pode ser normal, sem que o paciente idoso apresente qualquer tipo de deficiência cognitiva.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/idosos-podem-apresentar-mais-confusao-mental-apos-hospitalizacao-relatam-pesquisas/54077/
A causa desse efeito, no entanto, ainda é desconhecida: tanto a doença que levou o paciente ao hospital, quanto os tratamentos recebidos durante a internação podem contribuir para o aparecimento de problemas cognitivos. Segundo Robert Wilson, autor da pesquisa e professor de Ciências Neurológicas e Comportamentais da Rush University Medical Center, em Chicago, o risco permanece presente por muitos anos, após a internação do idoso.
Para chegar a tais conclusões, os pesquisadores examinaram dados de 1.335 pessoas com 65 anos ou mais, integrantes do Chicago Health and Aging Project, um estudo de longo prazo de doenças crônicas em três bairros racialmente mistos de Chicago. Todos os pacientes foram internados em algum momento do estudo, entre janeiro de 1993 e dezembro de 2007. Todos foram entrevistados a cada três anos, visando a aferição de seu estado mental. Pelo menos uma entrevista ocorreu antes da internação e duas entrevistas depois, permitindo que as alterações no estado mental do idoso pudessem ser monitoradas ao longo do tempo da pesquisa.
Segundo as análises dos pesquisadores, a taxa de declínio cognitivo em pacientes com mais idade duplicou depois de uma internação hospitalar, geralmente afetando o pensamento e a memória do paciente. "Essencialmente, é como se as pessoas se tornassem 10 anos mais velhas, do ponto de vista cognitivo, em relação ao que elas realmente eram antes de uma internação", disse Wilson.
Os pacientes mais vulneráveis a apresentar este declínio cognitivo significativo foram os que tinham doenças mais graves e que ficaram no hospital por longos períodos de tempo, bem como os que começaram a ter falhas de memória e confusão mental, antes de serem internados.
Segundo os pesquisadores, a internação hospitalar pode ajudar a desmascarar e/ou a acelerar problemas cognitivos que anteriormente não haviam sido identificados. É muito importante esclarecer que nem todos os pacientes idosos que vão parar no hospital irão experimentar estes problemas. O regresso para casa, depois de uma estadia muito longa e repleta de cuidados, pode ser normal, sem que o paciente idoso apresente qualquer tipo de deficiência cognitiva.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/idosos-podem-apresentar-mais-confusao-mental-apos-hospitalizacao-relatam-pesquisas/54077/
Fratura no idoso exige cuidados e medidas preventivas
Problema bastante comum na terceira idade, a fratura está diretamente ligada à intensidade do trauma, à resistência do osso e à maior propensão a quedas, embora possam ocorrer fraturas espontâneas devido à rarefação óssea, consequência, na grande maioria dos casos, de osteoporose, sendo a causa mais frequente nas mulheres.
As fraturas do quadril, em especial as que ocorrem na parte proximal do fêmur, representam um sério problema de saúde publica, pela grande frequência com que ocorrem e pela particularidade de maior incidência entre os idosos. Aproximadamente 90% delas comprometem pessoas acima de 65 anos. A incidência estimada dessas fraturas em mulheres que chegam aos 90 anos é de 33%, enquanto nos homens é de 16%.
“A maior incidência de fraturas na velhice é explicada pela osteoporose, que contribui para a diminuição da resistência óssea, pelo déficit visual e pelo maior número de quedas. Além dessas causas, outras situações, como alterações da marcha e uso de tranquilizantes podem induzir também ao aumento do número de quedas e consequentemente de fraturas”, explica o ortopedista Dr. Ricardo Costa, especialista em cirurgia de quadril e joelho.
Dr. Ricardo Costa acrescenta que, quase sempre, em pacientes idosos, as fraturas que acometem a região do quadril são causadas por quedas da própria altura ou decorrente de mínima força rotacional lateral, como, por exemplo, tropeçar no chinelo ou no tapete. “A prevenção dessas fraturas deve ser focada no tratamento da osteoporose e na prevenção de quedas. Essas medidas têm como objetivo não só evitar as fraturas como melhorar as condições desta população e do meio ambiente em que vivem”, ressalta.
Medidas de ordem pessoal, como uso de óculos adequados, correção cirúrgica de cataratas e a melhora do tônus muscular e do equilíbrio por meio de exercícios físicos bem orientados, além de modificações no ambiente residencial, como uso de chinelos apropriados, que não deslizam, iluminação sinalizadora noturna, retirada de tapetes, colocação de suportes para as mãos nos boxes e vasos sanitários, que permitam apoio em caso de desequilíbrio, também mostram-se bastantes eficientes na prevenção das fraturas. “Cuidados e medidas preventivas são a melhor opção para estes casos”, afirma o especialista.
Uma vez tendo ocorrido a fratura, os pacientes estão sujeitos a elevada taxa de incidência de complicação, como aumento da mortalidade, piora da situação clínica prévia à fratura, diminuição da capacidade funcional e limitação parcial ou total da marcha.
Segundo Dr. Ricardo Costa, o tratamento dessas fraturas é quase que exclusivamente cirúrgico. “Em raros casos em que o paciente tem seu estado geral muito comprometido ou em pacientes que já não andavam antes da fratura e que não apresentem dor, eventualmente pode ser indicado tratamento não cirúrgico. Os pacientes com indicação cirúrgica devem ser operados o mais rapidamente possível, para evitar a piora do quadro clinico, em razão de precisarem ficar acamados”, orienta.
A escolha do tipo de cirurgia que será realizada depende de vários fatores: tipo da fratura, estado geral do paciente, prognóstico de marcha e expectativa de vida. Cabe ao profissional médico, responsável pela equipe cirúrgica, habitualmente um cirurgião ortopedista especializado em cirurgia de quadril ou em cirurgia do trauma, determinar ou optar por um dos métodos operatórios disponíveis para a resolução da fratura, entre eles: fixação com placas, hastes ou próteses.
No pós-operatório o paciente é estimulado a deambular o mais cedo possível, com apoio total ou parcial do membro operado, com auxilio de andador ou muletas, para que sua recuperação seja rápida e para evitar complicações relacionadas ao repouso prolongado no leito.
Fonte: http://www.hportugues.com.br/
As fraturas do quadril, em especial as que ocorrem na parte proximal do fêmur, representam um sério problema de saúde publica, pela grande frequência com que ocorrem e pela particularidade de maior incidência entre os idosos. Aproximadamente 90% delas comprometem pessoas acima de 65 anos. A incidência estimada dessas fraturas em mulheres que chegam aos 90 anos é de 33%, enquanto nos homens é de 16%.
“A maior incidência de fraturas na velhice é explicada pela osteoporose, que contribui para a diminuição da resistência óssea, pelo déficit visual e pelo maior número de quedas. Além dessas causas, outras situações, como alterações da marcha e uso de tranquilizantes podem induzir também ao aumento do número de quedas e consequentemente de fraturas”, explica o ortopedista Dr. Ricardo Costa, especialista em cirurgia de quadril e joelho.
Dr. Ricardo Costa acrescenta que, quase sempre, em pacientes idosos, as fraturas que acometem a região do quadril são causadas por quedas da própria altura ou decorrente de mínima força rotacional lateral, como, por exemplo, tropeçar no chinelo ou no tapete. “A prevenção dessas fraturas deve ser focada no tratamento da osteoporose e na prevenção de quedas. Essas medidas têm como objetivo não só evitar as fraturas como melhorar as condições desta população e do meio ambiente em que vivem”, ressalta.
Medidas de ordem pessoal, como uso de óculos adequados, correção cirúrgica de cataratas e a melhora do tônus muscular e do equilíbrio por meio de exercícios físicos bem orientados, além de modificações no ambiente residencial, como uso de chinelos apropriados, que não deslizam, iluminação sinalizadora noturna, retirada de tapetes, colocação de suportes para as mãos nos boxes e vasos sanitários, que permitam apoio em caso de desequilíbrio, também mostram-se bastantes eficientes na prevenção das fraturas. “Cuidados e medidas preventivas são a melhor opção para estes casos”, afirma o especialista.
Uma vez tendo ocorrido a fratura, os pacientes estão sujeitos a elevada taxa de incidência de complicação, como aumento da mortalidade, piora da situação clínica prévia à fratura, diminuição da capacidade funcional e limitação parcial ou total da marcha.
Segundo Dr. Ricardo Costa, o tratamento dessas fraturas é quase que exclusivamente cirúrgico. “Em raros casos em que o paciente tem seu estado geral muito comprometido ou em pacientes que já não andavam antes da fratura e que não apresentem dor, eventualmente pode ser indicado tratamento não cirúrgico. Os pacientes com indicação cirúrgica devem ser operados o mais rapidamente possível, para evitar a piora do quadro clinico, em razão de precisarem ficar acamados”, orienta.
A escolha do tipo de cirurgia que será realizada depende de vários fatores: tipo da fratura, estado geral do paciente, prognóstico de marcha e expectativa de vida. Cabe ao profissional médico, responsável pela equipe cirúrgica, habitualmente um cirurgião ortopedista especializado em cirurgia de quadril ou em cirurgia do trauma, determinar ou optar por um dos métodos operatórios disponíveis para a resolução da fratura, entre eles: fixação com placas, hastes ou próteses.
No pós-operatório o paciente é estimulado a deambular o mais cedo possível, com apoio total ou parcial do membro operado, com auxilio de andador ou muletas, para que sua recuperação seja rápida e para evitar complicações relacionadas ao repouso prolongado no leito.
Fonte: http://www.hportugues.com.br/
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