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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Musicoterapia para Idosos.

A musicoterapia para idosos é uma terapia que utiliza a música e auxilia nas mudanças que ocorrem na velhice. O principal objetivo da musicoterapia para os idosos é a recuperação da autoestima, mas a musicoterapia para idosos envolve atividades, como cantar, brincar, tocar, improvisar e criar, estimulando um trabalho mental e corporal do idoso.

Exercício de musicoterapia para idosos.

Um bom exemplo de exercício de musicoterapia para idosos é:

Sentados em forma de círculo, encher um balão de aniversário e passar o balão de mão em mão, enquanto cantam uma música, até o balão estourar.

Dentro do balão deverá estar um papelzinho com perguntas como " Como você está se sentindo?". A seguir, pode-se discutir o assunto.

Benefícios da Musicoterapia para Idosos

Os benefícios da musicoterapia para idosos incluem:

Restabelecimento do ritmo da marcha: O uso de músicas com os ritmos marcados auxilia idosos com dificuldade de se locomover e equilibrar.

Estimulação da fala: O canto proporciona uma melhora nos problemas de dicção e oratória.

Aumento da Criatividade: A criação de novas músicas aumenta a criatividade e estimula todas as capacidades cognitivas.

Aumento de Força e consciência corporal: O ritmo da música estimula movimentos corporais e tonifica a musculatura.

Diminuição dos Sintomas de Depressão: O convívio social utilizado na musicoterapia diminui o isolamento, além de ser uma forma de expressar as emoções.

Idosos que praticam atividades de musicoterapia diariamente se afastam da solidão, se sentem mais apoiados, felizes e com uma ótima qualidade de vida.
Fonte: Tua Saúde.

Indiano idoso abandonado pela família vive de recordações em Aracaju.

Um indiano naturalizado brasileiro perdeu seus pais cedo e ainda criança foi levado para morar em uma cidade do interior de Pernambuco, onde foi adotado, construiu sua família e após se tornar dependente do álcool se separou da esposa, foi abandonado pelos filhos e acolhido em um lar para idosos em Aracaju.

Severino José Leandro, de 75 anos, vive em um lar para idosos há quatro anos. Ele gosta de recordar os bons tempos desde quando chegou ao Brasil, construiu a sua família, mas lamenta e se emociona quando lembra que foi abandonado.

Em um dos bancos do lar onde senta todas as tardes, entre uma visita e outra de estranhos, ele costuma repetir uma história rica em detalhes e marcada principalmente por cenas de despedidas de seus familiares.

A primeira foi quando tinha apenas 8 anos, época que saiu de Mumbai, na Índia, e lá deixou cinco irmãos. “Perdi meu pai muito cedo e não tive chances de conhecer a minha mãe, cada um seguiu um rumo diferente na vida”, recorda.

Ele foi morar em uma pequena vila na cidade de Campo Grande, em Pernambuco, e conta que sempre foi muito dedicado a qualquer tipo de trabalho. “Entreg
ava o almoço nas fábricas e aos poucos ganhava a confiança e atenção das pessoas”, orgulha-se.

Um esforço que rendeu frutos, Severino passou a ser o segundo filho adotivo de Josefa Maria Leandro, que o registrou em cartório aos 17 anos.

Além do apoio, ele ganhou o primeiro emprego em uma marcenaria. De simples lustrador de móveis, José se tornou um dos proprietários da empresa onde passou mais de 40 anos.
“Sempre assumi responsabilidades muito cedo. Casei aos 18 anos com uma dançarina de música clássica e tivemos dois filhos, o Junior e a Solange”. A união se estendeu por 29 anos e sua principal preocupação foi deixar uma profissão para seus herdeiros. “Consegui uma vaga no quartel da Polícia Militar para meu filho e para a caçula um emprego em ma das maiores fábricas da cidade”, frisa ele, que também trabalhou como funcionário do Exército.

Depois que se separou da mãe dos seus filhos, Severino seguiu por diversos lugares do país, época essa, que prefere não guardar na memória.

“Tive problemas com o álcool, fui abandonado e cheguei no lar para idosos numa situação de bastante fragilidade. Perdi o contato com a minha família e sinto falta dos meus filhos. Nunca recebi uma visita deles nem uma ligação sequer”, lamenta.

Desde 2009 o indiano foi acolhido em terras sergipanas. “Durante esse tempo fiz uma única amizade, que dificilmente liga para mim. A ausência dos filhos é a falta mais dolorosa em todos esses tempos. Mas torço que eles tenham atendido ao meu único pedido antes de sair de casa: o de nunca abandonar a mãe deles”, conta.
Fonte: Prefeitura Municipal de Pedrinhas - Aracajú - SE

As necessidades espaciais do idoso.

As necessidades espaciais, advindas do processo de envelhecimento, podem ser supridas a partir de projetos de ambientes adequados, que considere suas limitações e capacidades. Conforme Hunt (1991),estas necessidades podem ser classificadas em três categorias: (1) necessidades físicas; (2) necessidades informativas; e (3) necessidades sociais.As necessidades físicas são mais facilmente reconhecidas, pois são as primeiras levadas em consideração ao se projetar espaços para idosos ou pessoas com deficiências. Estão relacionadas com a saúde física,segurança e com o conforto dos usuários no ambiente. Portanto, um ambiente projetado para suprir as necessidades físicas do idoso deve estar livre de obstáculos, ser de fácil manutenção, para evitar acidentes, e respeitar as características biomecânicas e antropométricas da população usuária (BINS ELY,CAVALCANTI, 2001). Por exemplo: a presença de rampas, em circulações com desníveis, facilita o deslocamento de idosos com problemas musculares; bancos com encostos, apoios e assentos com altura de no mínimo 45 cm, diminuem o esforço do idoso ao sentar-se e levantar-se.As necessidades informativas estão relacionadas ao modo como a informação sobre o meio-ambiente é processada. Hunt (1991) identifica dois aspectos principais para a informação ser processada: apercepção, que é o processo de obter ou receber a informação do ambiente; e a cognição, que representa como a pessoa organiza e relembra a informação recebida do ambiente. Assim, deve-se procurar projetar espaços legíveis e, ainda, estimular todos os sentidos, para que, no caso de haver restrição em algum deles, o ambiente possa suprir a informação através dos demais (BINS ELY, CAVALCANTI, 2001). No caso de um idoso com restrição visual, por exemplo, a utilização de elementos com cores contrastantes,odores e/ou texturas diferenciadas servem como referencial para sua orientação. Outro exemplo, é o projeto de ambientes padronizados ou temáticos, com uso repetitivo de cores ou elementos que indique ma mesma função ou atividade, contribui com idosos que possuem dificuldade de relembrar as informações adquiridas.As necessidades sociais estão relacionadas com a promoção do controle da privacidade e/ou interação social. Deve-se, então, proporcionar um senso de comunidade, onde a vizinhança e a camaradagem ocorram naturalmente, em locais projetados para idosos. (Hunt, 1991). É o caso, por exemplo, da existência de sacadas nas residências de idosos, que oferecem a oportunidade de controle da interação com a vizinhança.Ao suprir as necessidades dos idosos, um bom projeto de ambientes e equipamentos facilita a realização de atividades com independência e segurança.
Fonte: Vera Helena Moro Bins Ely, Dr. Eng.
Membro da ABERGO Departamento de Arquitetura e Urbanismo / Universidade Federal de Santa Catarina CampusTrindade 88.040-970 – Florianópolis, Santa Catarina Email:vera.binsely@gmail.com

A família atendendo o idoso.

A família deve ser o ponto de apoio do idoso em todos os momentos e circunstâncias.

A família é apontada por estudiosos do envelhecimento como o elemento mais freqüentemente mencionado por idosos como importante ao próprio bem-esta
r pelos idosos. Esta sofreu mudanças importantes decorrentes da maior participação da mulher no mercado de trabalho, da redução do tamanho da família, do surgimento de novos papéis de gênero e da maior longevidade.

Assim diz o art. 3º do título 1 do Estatuto: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”.

Há uma especificação no parágrafo único, ponto V: “priorização do atendimento ao idoso por sua própria família, em detrimento do atendimento asilar, exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência".

No art. 4º , determina-se que “Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei.”.

No convívio familiar há o respeito, o carinho e as melhores condições de vida que cada indivíduo idoso necessita. O Estado assumirá a responsabilidade quando não houver condições de manter a pessoa de idade avançada no convívio com a família.

O Estatuto prevê o respeito à inserção do idoso no mercado de trabalho e à profissionalização, tendo em vista suas condições físicas, intelectuais e psíquicas. Nosso mercado está voltado para os jovens; tornam-se, portanto, imprescindíveis mudanças que estimulem a participação do idoso no processo de produção. Eles podem e devem contribuir com a sua experiência para o crescimento do país.

Estão asseguradas oportunidades de acesso à cultura, esporte e lazer com propostas e programas voltados para esta idade, além da facilidade do encontro de cursos especiais que são fundamentais para preservar a saúde física e mental do idoso.

O Brasil gasta aproximadamente 22% de tudo o que investe em saúde no tratamento hospitalar da população idosa. O Estatuto contempla esta questão no Capítulo IV, onde está assegurada a atenção integral, bem como políticas de prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde do idoso.

Fonte:montesiao@montesiao.pro.br

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Medo de envelhecer?

Não nego de jeito nenhum que morro de medo de ficar velha! Acho que chega a ser uma fobia! Mas quando digo ficar velha, é velha mesmo, não é ter ruguinhas, flacidez e tal! O velho na nossa sociedade é um ser excluído, parece que cometeu um crime ao envelhecer, nem parece que é o caminho natural de todos nós. E é exatamente por isso que eu e uma multidão de gente, principalmente mulheres temos medo da velhice!

É curioso como a velhice é algo tão rejeitado por todos, mesmo pelos que dizem que não se importam em ter as marcas do tempo no rosto, porque isso demonstra que viveram! E quando que vivência é algo que tem valor na nossa sociedade ocidental?! Pelo contrário, vivência é sinônimo de chatice, de breguice, tédio, significa ser ultrapassado! Reparem! Quando estamos numa roda que mistura pessoas de diversas idades e se comenta um fato de 30 anos atrás. O pessoal da faixa dos 20 aos 30 anos bate no peito e diz, ostentando um sorriso orgulhoso: - Nunca ouvi falar disso, nessa época nem era nascido! - Meu Deus! Como não ter vivido, não ter experimentado, não ter tomado conhecimento é algo de que se deva orgulhar??! A situação é tão absurda que os valores se invertem! Mas isso acontece porque existe a rejeição do envelhecer, do acumular experiência... O legal é ser cru, não conhecer nada, não ter vivido nada! O importante, o belo, o bom é ser jovem! É algo que tá tão encrustado no inconsciente (ou consiciente) coletivo, que o pessoal mais velho evita se reportar a fatos antigos, com medo de parecerem antigos, ultrapassados e portanto serem excluídos até mesmo ricularizados por isso!

Envelhecer para a mulher tem um peso dobrado! Porque a aparência na mulher é supervalorizada. O homem vai ficando velho e tudo é charme, cabelo branco é charme, rugas são sinal que está com cara de homem, ganha uma barriguinha e ficou fortinho. Já a mulher, pobre coitada! Quando envelhece vai perdendo o prazo de validade. Um produto que precisa ser recolhido e armazenado, de preferência numa casa, coberta de roupas, sem desejo sexual... Tá bom! Eu radicalizei, mas a idéia é essa é mesmo, é para fazer pensar, para ver o quanto a sociedade é cruel com a mulher que envelhece!

Mulher passou dos quarenta, tem que esconder a barriga, descer a saia, subir o decote, e agir como mãe de família, a coisa piora depois dos 50, e depois dos 60 é melhor virar freira, avó profissional, ou algo assim!! Se ela manifestar desejo sexual, se ela quiser sair com homens mais jovens, se ela tiver o corpo legal e quiser usar roupas mais ousadas, as primeiras a "apedrejarem" a infeliz são as próprias mulheres. Os homens? Eles transam com as coroas gostosas, mas sempre estão de olho mesmo é nas de 20, essas são o sonho de consumo deles!
Fonte: Confissões Ácidas 

Idoso vive em cubículo de 3 m², sem energia e água encanada!!

André Kachuba mora sozinho em um cubículo de madeira medindo 1,5 por 1,5 metro (3 m²), próximo de um chiqueiro em sua propriedade rural, há quatro quilômetros da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste) sentido Curitiba.

No pequeno espaço o idoso divide a cama de solteiro com um fogão a lenha, roupas improvisadas em um varal, comida e água potável em baldes. Alguns alimentos estão armazenados dentro de potes descartáveis já que não tem geladeira, outros no chão. Sem água encanada e banheiro para fazer as necessidades fisiológicas, ele conta que a solução é entrar no mato.

“Quando surge a vontade o jeito é ir para o mato. Na maioria das vezes eu mesmo cozinho minha comida, mas também recebo doações de alguns vizinhos e dos meus irmãos que moram aqui [sítio]”, relata o idoso André Kachuba.

Sem aposentadoria, ele contou que vive nesta situação há aproximadamente seis anos. Tem três filhos e uma esposa, todos moram na área urbana de Cascavel. E afirmou que a área onde ele mora pertence a ele.

“Eles preferem ficar na cidade e eu gosto daqui, de morar no meu sítio. Eles vêm me visitar, mas de passagem. Quando chega de madrugada tenho passado mal, sinto muita falta de ar. Durante o dia procuro ficar embaixo das árvores para evitar o calor. Minha família está na cidade, mas essas terras são minhas”, afirma o idoso.

Apesar da estrutura magra e da fraqueza, ele conta que quando tem força faz o corte da lenha para cozinhar.

“Tenho meus punhos machucados e sofri uma intoxicação de agrotóxico no passado, por isso não tenho mais força nos braços. Mas quando estou mais animado eu mesmo corto a minha lenha, pois preciso para acender o fogão”, afirma o idoso.

Ajuda vem de vizinhos

Durante a reportagem, o idoso André Kachuca contou que há cerca de dois anos não recebe mais as visitas das agentes de saúde da UBSs (Unidade Básica de Saúde) do Distrito de São Salvador.

“Antes as enfermeiras vinham aqui, aferiam a pressão perguntavam como eu estava, mas isso faz mais de dois anos”, declarou.

Alguns vizinhos que possuem chácaras perto dali tem ajudado com doações de alimentos. “Sempre que posso levo comida, água, bolo, fruta e o que eu tenho aqui em casa. É muito triste ver ele nesta situação, sabendo que tem família e irmãos próximos dele. Ele está abandonado já faz anos e ninguém cuida deste homem. Esperamos que o Município ou alguma autoridade possa ajudá-lo”, revela um agricultor vizinho à propriedade, que preferiu não se identificar.

Os vizinhos temem o pior já que ele passa dia e noite no espaço e utiliza o fogão a lenha com bastante frequência. “Como ele divide o lugar entre a cama e o fogão, nós temos medo de ele dormir e a lenha cair no chão e incendiar o barraco”, afirma o morador.

A equipe de reportagem tentou contato com um dos irmãos do idoso, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. Já a Assistência Social e Secretaria de Saúde informaram que só vão se manifestar nesta quarta-feira após visita na casa do idoso.
Fonte: O Paraná

Idoso vive em cubículo de 3 m², sem energia e água encanada!!

 O O Paraná recebeu mais uma denúncia de negligência e maus-tratos contra um idoso de 62 anos de idade.

André Kachuba mora sozinho em um cubículo de madeira medindo 1,5 por 1,5 metro (3 m²), próximo de um chiqueiro em sua propriedade rural, há quatro quilômetros da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste) sentido Curitiba.

No pequeno espaço o idoso divide a cama de solteiro com um fogão a lenha, roupas improvisadas em um varal, comida e água potável em baldes. Alguns alimentos estão armazenados dentro de potes descartáveis já que não tem geladeira, outros no chão. Sem água encanada e banheiro para fazer as necessidades fisiológicas, ele conta que a solução é entrar no mato.

“Quando surge a vontade o jeito é ir para o mato. Na maioria das vezes eu mesmo cozinho minha comida, mas também recebo doações de alguns vizinhos e dos meus irmãos que moram aqui [sítio]”, relata o idoso André Kachuba.

Sem aposentadoria, ele contou que vive nesta situação há aproximadamente seis anos. Tem três filhos e uma esposa, todos moram na área urbana de Cascavel. E afirmou que a área onde ele mora pertence a ele.

“Eles preferem ficar na cidade e eu gosto daqui, de morar no meu sítio. Eles vêm me visitar, mas de passagem. Quando chega de madrugada tenho passado mal, sinto muita falta de ar. Durante o dia procuro ficar embaixo das árvores para evitar o calor. Minha família está na cidade, mas essas terras são minhas”, afirma o idoso.

Apesar da estrutura magra e da fraqueza, ele conta que quando tem força faz o corte da lenha para cozinhar.

“Tenho meus punhos machucados e sofri uma intoxicação de agrotóxico no passado, por isso não tenho mais força nos braços. Mas quando estou mais animado eu mesmo corto a minha lenha, pois preciso para acender o fogão”, afirma o idoso.

Ajuda vem de vizinhos

Durante a reportagem, o idoso André Kachuca contou que há cerca de dois anos não recebe mais as visitas das agentes de saúde da UBSs (Unidade Básica de Saúde) do Distrito de São Salvador.

“Antes as enfermeiras vinham aqui, aferiam a pressão perguntavam como eu estava, mas isso faz mais de dois anos”, declarou.

Alguns vizinhos que possuem chácaras perto dali tem ajudado com doações de alimentos. “Sempre que posso levo comida, água, bolo, fruta e o que eu tenho aqui em casa. É muito triste ver ele nesta situação, sabendo que tem família e irmãos próximos dele. Ele está abandonado já faz anos e ninguém cuida deste homem. Esperamos que o Município ou alguma autoridade possa ajudá-lo”, revela um agricultor vizinho à propriedade, que preferiu não se identificar.

Os vizinhos temem o pior já que ele passa dia e noite no espaço e utiliza o fogão a lenha com bastante frequência. “Como ele divide o lugar entre a cama e o fogão, nós temos medo de ele dormir e a lenha cair no chão e incendiar o barraco”, afirma o morador.
Fonte: O Paraná